A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) enviou no segundo semestre deste ano, ao ministro-chefe da Casa Civil, Braga Netto, um plano para instalação de 1 milhão de novos sistemas de geração distribuída solar. O Pró-Brasil é uma estratégia do governo federal para estimular o crescimento econômico brasileiro após a crise provocada pela pandemia do coronavírus, bem como gerar novos empregos em até dois anos.

Diversos ministérios trabalham no detalhamento do programa. Na Infraestrutura e Minas e Energia são mantidas conversas com associações setoriais para fechar uma agenda de concessões e projetos – as empresas atuariam como sponsors (patrocinadoras), inclusive aportando recursos para a modelagem dos projetos.

A proposta fala exclusivamente em aplicação de recursos privados, mediante uma série de mudanças regulatórias para destravar investimentos.

Estimam-se aportes de R$ 24,9 bilhões, que gerariam os 150 mil novos empregos e uma arrecadação de R$ 7,5 bilhões em tributos.

“O governo tem como prioridade a geração de postos de trabalho e a atração de investimentos privados, e a tecnologia solar é uma locomotiva de empregos. É uma combinação de três fatores: empregos, atração de investimentos e o fato de ser uma fonte sustentável. Além disso, o setor também gerou R$ 2,5 bi em tributos somente nos seis primeiros meses do ano”, afirma Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar.

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